Dólar renova recorde histórico e chega a R$ 4,31

O dólar opera em alta nesta sexta-feira, 7, chegando renovar sua máxima recorde histórica acima de R$ 4,30, acompanhando a força da moeda norte-americana no exterior e repercutindo a desaceleração da inflação brasileira.

No início da manhã, o dólar subiu 0,44% e foi vendido a R$ 4,3036. Na máxima da sessão, a divisa bateu R$ 4,3101 – maior valor nominal já atingido pela moeda.

No dia anterior, fechou em forte alta de 1,08%, vendida a R$ 4,2847. No ano, acumula alta de 6,86%. O recorde de fechamento, até agora, é de R$ 4,2850, alcançado em 31 de janeiro.

Dólar turismo

O valor do dólar divulgado refere-se ao dólar comercial. Para turistas, o valor é sempre maior. Em casas de câmbio de São Paulo, por exemplo, o dólar em dinheiro vivo chega a custava nesta sexta-feira R$ 4,50, já considerado o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Para quem compra no cartão pré-pago, o valor é ainda maior: R$ 4,72. No caso de quem vai comprar euro, os preços chegam a R$ 4,94, no dinheiro, e a R$ 5,18, no cartão pré-pago.

Reflexo do coronavírus

A semana termina com esforços da China para limitar as consequências econômicas do coronavírus. Em telefonema nesta sexta-feira, o presidente chinês, Xi Jinping, disse ao norte-americano Donald Trump que a China está confiante de que poderá conter a epidemia sem consequências econômicas a longo prazo. Já o banco central chinês irá ampliar o suporte à economia para aliviar o impacto do surto de coronavírus, mas a atividade deve se recuperar quando o vírus estiver sob controle, de acordo com um dos vice-presidentes da autoridade monetária.

O IPCA de janeiro registrou o menor nível para o mês desde o início do Plano Real ao marcar 0,21% de aumento. O número veio abaixo do piso das estimativas do mercado (0,28%) e ficou bem abaixo da mediana de 0,35% obtida a partir das projeções coletadas pelo Valor Data. O caráter benigno da inflação continua no foco dos mercados, mesmo após o Banco Central (BC) ter fechado a porta para novos cortes na Selic no curto prazo.

 

FONTE : Intelprise

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